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terça-feira, 26 de junho de 2012

Venha apredender Shantala, massagem indiana milenar

Estaremos ministrando aulas para mamães e papais que desejam aprender essa maravilhosa massagem para seu bebê.

As aulas terão no máximo 3 mamães com seus bebês, a partir de 1 mês de vida até crianças mais velhas (será feito alguns ajustes de postura com crianças mais velhas).


 Ministraremos em Vila Velha na
(27) 3032-6974 / (27) 9938-8501
E em Vitória na
(27) 3045-7773

Conheça um pouco da Shantala:

Reforçar o vínculo afetivo através de uma massagem carinhosa após o nascimento é essencial para que o bebê sinta-se amado e protegido. Para esse momento especial existe uma massagem indiana milenar chamada Shantala.  Foi descoberta pelo Dr. Frédérick Leboyer que numa viagem a Índia, ele observou e registrou o ritual que uma mãe indiana paraplégica, chamada Shantala, realizava em seu bebê, e como ele ficava calmo e satisfeito com essa massagem. Admirado com esta bela cena, Leboyer batizou esta técnica com o nome desta mãe.

    Shantala traduz um momento especial oferecendo a oportunidade dos pais terem um contato mais prolongado com seu bebê dando continuidade e fortalecendo a vinculação afetiva. O toque carinhoso é a melhor forma dos pais se aproximarem do bebê, transmitindo amor e carinho através das mãos.


Priscila e Raquel com 9 meses
    O bebê responde ao estímulo tátil da massagem com relaxamento e bem-estar, contribuindo também
para uma melhor qualidade de sono, melhor funcionamento gastrointestinal, minimizando gases, cólicas e prisão de ventre, estimula resistência imunológica, reduz estresse, amplia respiração, auxilia no desenvolvimento sensório-motor, favorece o ganho de peso, crescimento físico e favorece o autoconhecimento corporal do bebê, bem como os pais também aprendem a linguagem corporal dos bebês.


Erê com Nara de 3 meses
    A massagem é realizada com o bebê desnudo, sobre as pernas estendidas, sentado no chão, mas não em contato direto com o solo. A coluna deve estar ereta e os ombros relaxados, se necessário use almofadas para apoiar a região lombar. Também é indicado retirar anéis e relógio. O local deve estar tranqüilo, aquecido e acolhedor, a música é opcional. Usa-se óleo de origem vegetal para facilitar o deslizamento das mãos. 

A aplicação dura de 15 a 30 minutos, dependendo da idade do bebê e aceitação ao toque. A partir de um mês de vida os bebês já podem receber Shantala, respeitando-se apenas a cicatrização umbilical e a descamação da pele. Não há restrições em iniciar Shantala com crianças mais velhas, necessitará apenas de adaptações quanto à postura da massagem.
Thais Ramos ministrando a aula

Anallu com Lucca, Erê com Nara e Priscila com Raquel

Tenham paciência com as crianças mais velhas elas querem brincar!
Ajuda a diminuir gases e cólica nos bebês

Adaptando uma posição para seu bebê

Além dos benefícios da massagem as mamães acabam trocando experiências com outras mamães....

A massagem é feita em silêncio ou com uma música de fundo

Anallu com Lucca de 6 meses

Interação com outras crianças e com as mamães

No finalzinho o papai André apareceu!



    Para completar a sensação de relaxamento e retirar o excesso de óleo, o pai pode banhar o seu bebê, deixando o corpo imerso na água. É interessante já deixar o banho pronto antes de iniciar a massagem para não haver dispersão. Com certeza após esse momento a mamãe entrará em ação, pois o bebê desejará ser amamentado e dormirá relaxado!

    Permita-se encontrar momentos diários de contato corporal com o bebê, alimentando-o através do toque, onde as palavras não alcançam.



Agende seu horário!

sábado, 17 de março de 2012

1º Piquenique de Reencontro de Mães

 A idéia de fazer um piquenique surgiu de uma de nossas mamães que queriam nos reencontrar e encontrar as mães que fizeram grupo de exercício junto com ela durante a gestação lá na clínica.

Então eu Thais Ramos e Priscila Valentim adoramos a idéia e começamos a planejar o encontro.

A Pri lembrou que seria legal se tivesse alguma nutricionista para tirar dúvidas das mamães sobre a alimentação dos pequeninos e a introdução das frutas então, contamos com a presença da nutricionista Patrícia Caiado e gostaríamos muito de agradecê-la por ter apoiado a idéia.

Também gostaríamos de agradecer a presença da Fotógrafa Sabrina Viana e sua equipe que registraram nosso encontro.

Aqui uma pequena prévia das fotos que eu tirei, assim que a Sabrina passar as fotos colocarei aqui as oficiais.

Obrigada Mamães por participarem do piquenique, amamos revê-las e reencontrar os pequeninos que muitos deles vimos apenas no parto e no pós parto e por causa da correria do dia-dia não tivemos oportunidade de revê-los, espero que essa união que temos com vocês fique para sempre em nossos corações e que possamos revê-los em breve em outros reencontros e acompanhar o crescimento deles.

Beijo Thais Ramos

1º Piquenique - Pedra da Cebola - Vitória - ES

Keila e Maria Clara, eu, Rosiani e Marina

Adri e Isa, Aline e Pedro, Patrícia e Carol

Adri e Isa

Pati e Carol

Aline e Pedro

Levi

Olha que cílios... Luca


Gisele



Christine

Isa dormiu quase o tempo inteiro

Olha quanta fruta... super saudável esse piquenique!


Levi também foi um anjo... com apenas 1 mês e meio

Anallu e Luca

Lucca

Ravi já está enorme e andando!

Maria Clara comendo tudo!

Keila e Maria Clara

Naomi se deliciando com a maça

Lindo os papais se interegindo


Isa


Amigas desde a barriga!


Helena fofa demais!

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Diabetes Gestacional - Dúvidas frequentes

Cerca de 7% das grávidas brasileiras desenvolvem diabetes na gestação, de acordo com o Ministério da Saúde. O Dr. José Bento explica como surge a doença e fala sobre prevenção e tratamento. 



O período da gravidez é extremamente impactante na vida da mulher e a mudança pode ser ainda maior quando se descobre algo como a diabetes gestacional. No Brasil, o problema atinge aproximadamente 7% das gestantes, segundo dados do Ministério da Saúde. O ginecologista e obstetra dos hospitais São Luiz e Albert Einstein, Dr. José Bento, esclarece as principais dúvidas das mulheres em oito perguntas sobre essa doença. 

1. É comum mulheres grávidas apresentarem diabetes durante a gestação? 

Dr. José Bento: Casos de diabetes durante a gravidez não são comuns, mas é imprescindível que o médico e a gestante fiquem atentos com relação aos sintomas, que são silenciosos e fáceis de ser confundidos com os sintomas da própria gravidez. 

2. Quais são os sintomas da diabetes gestacional? 

Dr. José Bento: Os sintomas do diabetes gestacional se confundem com sinais característicos da gravidez, como aumento de apetite, fraqueza, vômitos frequentes, náuseas, infecções por fungos, visão turva e maior quantidade de urina, o que dificulta a percepção das mulheres e do próprio médico de que algo não está bem. Outro fator preocupante é a perda de peso mesmo quando a mulher se alimenta de forma errada e excessiva. Por isso, é preciso ficar atenta e fazer o exame de glicemia de jejum, que deve ser realizado no início da gravidez. Se o resultado desse exame for maior do que 86, é preciso acompanhar o aspecto glicêmico mais de perto durante a gestação. 

3. Como o diabetes se desenvolve no organismo da gestante? 

Dr. José Bento: Durante a gravidez, o organismo feminino se depara com uma condição especial: a placenta produz uma substância que interfere na ação da insulina, o hormônio responsável pela colocação da glicose dentro das células de nosso organismo. Em condições normais, o organismo da gestante passa a produzir mais insulina para dar conta do excesso de açúcar que vai acumulando no sangue. No caso das mulheres que apresentam diabetes gestacional, a quantidade de glicose no sangue é maior que o normal e atravessa a placenta.

4. Como prevenir o diabetes gestacional? 

Dr. José Bento: Para a prevenção do diabetes durante a gravidez, é importante que atividades físicas sejam incluídas na rotina da gestante, sempre sob a supervisão do médico. A prática de exercícios físicos é importante, pois colabora para a redução dos níveis de glicemia no sangue e melhora a ação da insulina. Além disso, a diminuição da ingestão de doces e carboidratos ajuda na prevenção da doença. 

5. Após o diagnóstico positivo da doença, quais os cuidados que a mãe deve tomar para manter a doença sob controle? 

Dr. José Bento: O primeiro passo para o controle da doença é aderir a uma dieta restritiva, ou seja, sem nenhum tipo de doce, açúcar e diminuição de carboidratos, sem esquecer de manter sempre uma vida ativa. O segundo passo, para auxiliar a mulher a controlar o diabetes gestacional com segurança e precisão, é essencial: a monitorização da glicose no sangue. Nesse contexto, fazer o monitoramento corretamente é fundamental para manter o equilíbrio dos níveis de açúcar no sangue e para garantir a saúde da mãe e do bebê. Em último caso, se a taxa de glicose não diminuir, é preciso fazer aplicações de insulina durante a gestação. 

6. Existem consequências para o bebê? Ele corre o risco de nascer diabético?

Dr. José Bento: No caso de gestantes que são diagnosticadas com diabetes, os bebês acabam apresentando um peso maior que o comum e MESMO ASSIM são mais fracos que os demais. Consequentemente, na hora do parto, a criança tem dificuldade de sair do útero da mãe, por ser maior do que normal. Além disso, normalmente eles têm problemas respiratórios, apresentam excesso de insulina e hipoglicemia. Por esses motivos, são mais propensos a serem diagnosticados com diabetes tipo 2 no futuro. 

7. Há algum fator que aumente o risco de a mulher desenvolver o diabetes gestacional?

Dr. José Bento: Os principais fatores de risco para o desenvolvimento do diabetes gestacional são: obesidade, casos da doença em família, partos anteriores de bebês com mais de 4 quilos e histórico de abortos espontâneos ou morte fetal sem explicação. 

8. É possível a mulher deixar de ser portadora do diabetes após a gestação? 

Dr. José Bento: Normalmente, o diabetes gestacional desaparece logo depois do parto, mas até 40% das mulheres que passaram pelo problema desenvolverão diabetes tipo 2 num prazo de 10 anos. Caso fique grávida novamente, é muito provável que ela apresente o diagnóstico de diabetes novamente. 

Perfil-A divisão de Diabetes Care, da Bayer HealthCare, está presente em 100 países e tem longa tradição de mais de 65 anos em inovação na área de cuidados com o diabetes desde o lançamento dos tabletes reagentes CLINITEST, em 1941. 

Os rumos dos cuidados com o diabetes mudaram em 1969, quando o primeiro monitor de glicemia portátil e as tiras reagentes surgiram. A Bayer HealthCare inovou o gerenciamento do diabetes sendo a primeira empresa a lançar uma linha de monitores de glicemia com a tecnologia No CodingTM (Já Codificado). Os sistemas de monitoramento de glicemia BREEZE® 2 e CONTOUR TS® são uma excelente opção para os diabéticos. 

Fonte: Portal Fator Brasil

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Fiocruz vai estudar motivos da opção por parto normal ou cesariana

Uma equipe de pesquisadores da Escola Nacional de Saúde Pública (Enasp), ligada à Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), vai investigar os motivos que levam a mulher a optar pelo parto normal ou pela cesariana e avaliar que consequências a escolha pode trazer para a mãe e o recém-nascido.

Com base em 24 mil entrevistas que serão realizadas em hospitais públicos e privados em todos os estados, os pesquisadores procurarão saber quais fatores influenciam a escolha pelo parto normal ou pela cesariana.

O projeto está sendo conduzido em parceria com o Instituto Fernandes Figueira (IFF/Fiocruz), universidades estaduais e federais e a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Os resultados devem ser apresentados até o fim deste ano.

De acordo com a vice-presidente de Ensino, Informação e Comunicação da Fiocruz, Maria do Carmo Leal, que coordena o estudo, a alta incidência de cesarianas no país, principalmente em hospitais da rede privada, pode estar relacionada ao aumento do número de casos de bebês prematuros.

Segundo Maria do Carmo, quase metade (47%) dos 3 milhões de partos que ocorrem anualmente no país são feitos por cesariana. Nos hospitais públicos, as cesarianas representam 30% dos nascimentos e, nas unidades particulares, 80% do total. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que o percentual fique entre 15% e 20%.

A médica citou estudos que apontam relação entre o crescimento do número de cesarianas, cerca de 44% nos últimos 33 anos, e o aumento da prematuridade, que com alta de 130% em 22 anos. "Queremos entender por que isso vem ocorrendo e se esses fatos estão relacionados à forma de assistência ao parto. Afinal, a medicina é cada vez mais intervencionista em todas as áreas e também no nascimento”, afirmou Maria do Carmo.

Ela ressalta que a cesariana é importante quando há risco de complicações para a mãe ou necessidade de salvar a vida do bebê, mas diz que, na maioria dos casos, não é esse o motivo da intervenção médica.

Segundo a médica, embora haja padrões que indiquem que o bebê está pronto para nascer, nenhum exame é capaz de determinar seu total amadurecimento. “Só é possível saber isso quando a criança ′avisa`. Afinal, o processo de amadurecimento varia, e umas precisam de mais tempo do que outras. Por isso, para um bebê que iria nascer com 40 ou 41 semanas, nascer com 38 semanas é prematuridade.”

Tecnicamente, porém, os bebês não são considerados prematuros a partir da 37ª semana de gestação. Segundo Maria do Carmo, o indicador mais frequente de um nascimento antecipado é a imaturidade respiratória. Para a mãe, entre os problemas que podem ocorrer em função do parto cesariano, estão maiores possibilidades de infecção devido à cirurgia e mais dificuldade para amamentar o bebê.

Foram esses riscos que levaram a publicitária carioca Aline Barbosa a optar, logo no início da gestação, pelo parto normal. Ela disse à obstetra que fazia questão do parto normal e começou a fazer sessões de ioga para gestantes no terceiro mês de gravidez, para preparar o corpo para o nascimento do bebê.

“Tinha muito medo das possíveis complicações de uma cirurgia. Além disso, a recuperação no pós-parto é mais difícil em caso de cesariana", disse Aline. Segundo a publicitária, muitos médicos encontram nos exames feitos durante a gravidez diversos motivos para indicar a cesariana. Seu caso, porém, foi diferente. "Não tive problemas. Minha médica me orientou e fez de tudo para viabilizar o parto normal”, contou Aline, que deu à luz, em parto normal, Maria Clara. A menina nasceu com 48 centímetros e pesando 3,6 quilos.

“Muitas mulheres têm medo do parto normal porque não sabem o que está acontecendo com o corpo. Por isso, buscar informação faz diferença. Não ameniza a dor, mas garante maior tranquilidade”, acrescentou Aline.

Da Agência Brasil

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

10 fatos importantes sobre os recém-nascidos


Carinha de joelho

Sim, o seu bebê pode ter a cabeça em um formato estranho ou nascer coberto por uma substância branca. E você pode não notar nenhuma dessas coisas – afinal, estará apaixonada...

TRADUÇÃO E ADAPTAÇÃO POR RAQUEL BEER, FILHA DE MARCIA E ANDRÉ
Ao pensar em um bebê, provavelmente você pensa em uma criança linda, cheirosa e fofa, que faz barulhos graciosos e dorme depois de mamar. Mas é importante dizer que os primeiros dias, e até os dois primeiros meses, não são um conto de fadas, e o bebê pode não ser tão bonito assim.
Confira 10 fatos que você precisa saber sobre os recém-nascidos:

1. O bebê pode ter uma aparência engraçada

A cabeça pode estar achatada depois da jornada pelo canal vaginal, e ele pode estar usando um “colã” atlético feito de um cabelo fino chamado "lanugo". Ele também pode ter uma cara enrugada e olhos que sempre ficam fechados. Afinal, o pequeno passou nove meses no útero. Mas não se preocupe: ele rapidamente ele se tornará o lindo bebê que você sempre imaginou.

2. Não espere recompensas – sorrisos ou barulhinhos graciosos – até o sexto mês

Até lá, você está trabalhando para um chefe que só reclama! Para aturar a exaustão e a revolta emocional, tenha isso em mente: os seus esforços não são em vão nesses primeiros dias. “Ele se sente confortado pela mãe ou o pai, sente um elo, ele gosta de ser segurado”, diz o pediatra Christopher Tolcher. 

3. Dê banhos de esponja no bebê até que o cordão umbilical caia

Se for mantido seco, ele cai rápido – normalmente dentro de duas semanas. Além disso, recém-nascidos não se sujam tanto. Se o cordão molhar, seque. Se a região sangrar um pouco quando o cordão cair, não há problema. Foi o que aprendeu a americana Alyson Bracken. “De cara, eu fiquei assustada”, ela disse, mas então percebeu que, assim como a crosta, o sangramento era normal.

4. O ponto fraco não é tão fraco assim

“Eu morria de medo do ponto fraco”, admite a nova-iorquina April Hardwick, referindo-se à abertura no crânio, também chamada de fontanela, que permite ao bebê passar pela vagina. “Gemma tinha uma cabeça cheia de cabelos no nascimento, e eu inicialmente tinha medo de penteá-los sobre o ponto sensível”, disse Hardwick. Mas não havia motivo para temer: “Você pode tocar o ponto sensível e as proximidades”, diz a pediatra Tanya Remer Altmann, autora do livro Mommy Calls (Deveres de Mãe). O ponto pode pulsar porque está diretamente sobre os vasos sanguíneos que cobrem o cérebro.

5. Ela deixará você saber quando estiver saciada

O bebê precisa comer em cada duas ou três horas – mas se você estiver amamentando, é difícil saber a quantidade de leite que ele toma. “O peso do bebê é um indicador nos primeiros dias”, diz Dr. Tolcher. O seu pediatra vai medi-lo depois de alguns dias. Um recém-nascido perde de 5 a 8% do peso do parto na primeira semana, e ganha-os de volta na segunda. A contagem das fraldas também pode ser um indicador: nos primeiros cinco dias será aleatória, mas depois disso, você trocará de cinco a seis fraldas por dia, e pelo menos uma ou duas com cocô.

6. Pele seca é normal 

Inicialmente, ele pode ser macio e hidratado, mas isso muda. “Se você ficasse mergulhado em um líquido por nove meses e então viesse para o ar, você seria seco também”, diz a pediatra Laura Jana, co-autora do livro Heading Home With Your Newborn (Indo para casa com o seu recém-nascido). Você não precisa fazer nada em relação à pele seca (ela sozinha descasca e sai), mas se você quiser, procure uma loção de bebê hipoalergênica que não tenha fragrância.  Pequenos inchaços rosas, erupções na região da fralda e até a acne podem aparecer também. “Acne tende a durar por alguns meses”, diz Sra. Jana. “Então tire uma foto do seu pequeno antes que ele complete o primeiro mês!”.

7. Você não precisa correr para a casa


“Tenha uma vida normal, mas use o bom senso quando você sair em público”, diz Dr. Tolcher. Mantenha o bebê fora do sol, evite pessoas doentes (nada de festas infantis!) e espaços lotados (como o shopping em feriados). “Ensine os irmãos mais velhos a tocar nos pés do bebê em vez de no rosto e nas mãos, o que ajudará a prevenir infecções”, completa. E faça de seu filho mais velho o policial da higiene, diz Dra. Jana. Ele vai adorar dizer aos convidados “Não toque no bebê sem lavar suas mãos”.

8. Bebês choram muito – é como eles se comunicam!

Os gritos cortantes te informarão quando ele estiver com fome, frio, uma fralda suja, ou quiser ser segurado. Essas “conversas” precoces podem ser frustrantes, mas tenha certeza de que você entenderá o que o bebê quer mais tarde. A americana Laurie May e seu marido rapidamente aprenderam o sinal de fome da filha. Quando eles tinham acabado de se tornar pais, programaram um alarme para tocar a cada duas horas, devido à amamentação. “Nós não precisávamos do alarme!”, ela diz. “A gente adora rir disso agora!”.

9. Novos bebês também dormem bastante – mas não por períodos longos

Os primeiros três meses são os piores. O bebê precisa comer a cada duas ou três horas, de forma que você também não dormirá bastante. “A situação melhora”, assegura Dr. Altmann. "A maioria das crianças consegue dormir de seis a oito horas só aos três meses”. Enquanto isso, tente fazer com que o bebê se adeque a horários diurnos e noturnos: durante o dia, não deixe ele cochilar por mais de três horas sem acordá-lo para amamentar; de noite, deixe que ele durma até quando quiser já que ele está ganhando o peso de volta que perdeu no parto. 

10. A fase de recém-nascido passa rápido 

Estressada, cansada e sozinha? Sim, esses dias são difíceis. Mas logo eles estarão no passado. A americana Barbara Evans diz "Eu queria que eu soubesse como passa rápido”. A mãe de Luella, de oito meses, diz “Eu deveria ter tirado mais fotos e feito um diário!”. Rabeea Baloch compartilha as experiências de uma mãe veterana: “Com o meu primeiro, eu estressava por tudo, desde trocar fraldas a desconfiar do choro. Com a segunda, eu aproveitei a fase de segurá-la, sentir seu cheiro, beijá-la e saboreei cada momento do nosso tempo juntas”.

Fonte: Parents

domingo, 30 de janeiro de 2011

Malhação na Gestação?!?

Vi esse vídeo num site com a seguinte frase:

Você gosta de malhar? Frequenta academias? Esta grávida e agora esta na dúvida se pode continuar a pegar pesado e usar pesos?
Pois então para vocês trago abaixo um vídeo mostrando uma grávida fazendo tudo isto e muito mais:



Como se todas as gestantes pudessem realmente fazer esses exercícios, eu acredito que essa gestante do vídeo é uma atleta e estava querendo mostrar algo com o vídeo, pois tem vários exercícios que ela faz que é contra-indicado para gestante por correr o risco de ter um deslocamento de placenta entre outros, resolvi então fazer relatar algumas orientações sobre os exercícios leves, moderados e exercícios vigorosos.

Acredito que toda gestante deve sim fazer alguma atividade física na gravidez, porém sempre falo com minhas gestantes: nada de querer se tornar atleta durante a gravidez. 

“O exercício físico deve ser leve ou moderado, de baixo impacto, com uma hora de atividade, três vezes por semana em média”

Os exercícios mais indicados para as gestantes que não são atletas são:

·        - Atividades dentro da água, que causem menor impacto e tirem o peso da força da gravidade, como natação e hidroginástica. (Sempre lembrando que a água não deve ser muito quente e que a limpeza da piscina deve estar em dia, o ideal é procurar um lugar que dê aulas específicas para gestante)
·         - Ioga para gestante;
·        -  Pilates para gestante;
·         - Grupo de exercício para gestante;
·        -  Fisioterapia para gestante;
·         - Caminhada bem orientada (evitar subidas e descidas muito íngremes).

Quis enfatizar o PARA GESTANTE, pois muitas vezes encontro gestantes realizando esportes ideais para elas (ioga, pilates, grupo de exercício), porém exercícios que não poderiam ser indicados na gestação.

Então sempre procurem algum professor especialista na área de Obstetrícia (fisioterapeuta, educador físico), para que ele oriente o melhor exercício para a fase que se encontra.

Exercícios que devem ser evitados, se não for atleta:
·       - Corrida,
·       -  Aulas de jump,
·       - Step e outras atividades de alto impacto.

 “Esses exercícios podem comprometer a gravidez e trazer malefício pelo impacto dentro do abdômen, causando, inclusive, descolamento de placenta nos primeiros meses de gravidez”

Além desse risco, exercícios vigorosos podem provocar também torções e lesões nas articulações. 

“Na gravidez, há um amolecimento das articulações. Isso se deve a um hormônio chamado de relaxina. Também há mais líquido também nas articulações, que ficam mais instáveis, facilitando torções no pé e no joelho”

Com o exercício moderado, aumenta o fluxo de sangue para o feto.

Fica mais fácil também para a mãe enfrentar as diversas mudanças que acontecem no seu corpo durante os meses de espera. 

Modificações básicas durante a gestação:
·         Aumento uterino em até 1000 vezes (seu peso pode chegar a 6kg);
·         Com o crescimento uterino, há relaxamento dos ligamentos intercostais e a ascensão do
    diafragma, levando à expansão da caixa torácica;
·         Hiper-relaxamento ligamentar;
·         Instabilidade das articulações dos joelhos e dos tornozelos;
·         Maior mobilidade da coluna e do quadril;
·         Projeção do corpo à frente, com a distensão dos músculos abdominais devido ao aumento do volume uterino;
·         Diminuição do comprimento do passo;
·         Para manter o equilíbrio, a gestante aumenta a base de sustentação através do afastando dos pés. Esta posição acentua a lordose lombar, a qual é compensada pelo aumento na cifose torácica  acompanhada da rotação dos ombros e projeção da cabeça à frente. 

A atividade física traz os seguintes benefícios:
·         - Aumenta o consumo energético da mãe (controlando peso);
·         - Melhora sua auto-estima; o humor;
·       -   Melhora do equilíbrio corporal;
·       -   Reduz certos desconfortos da gravidez e necessidade de medicamentos (dor lombar, inchaços);
·         - Melhora da respiração (exercícios leves a moderados podem melhorar o condicionamento cardiorrespiratório da mãe, visto que nesta fase há uma maior pressão do diafragma pelo útero, causando uma sensação de dispnéia, não sendo indicado para exercícios intensos);
·        -  Permiti a ela um retorno mais rápido ao seu estado normal após o parto (em torno de 50% a mais do que as que não exercitam)
·       -   Exercícios bem orientados durante a gravidez têm vantagens no parto, ou seja, o tempo de expulsão é mais curto (cerca de 1/3 mais rápido - quanto mais condicionada a mãe maior capacidade da expulsão ela terá) e as dores do parto menores;
·         - O exercício fortalece e torna o útero mais elástico. 

Além disso, mulheres que se exercitam na gravidez mostram-se mais equilibradas emocionalmente durante o momento do parto.

Riscos de um exercício mal orientado:

·         - Hipóxia fetal (insuficiência do oxigênio - Tal redução está diretamente relacionada à intensidade e duração do exercício);
·       -   Hipertermia fetal (aumento da temperatura),
·        - Parto prematuro,
·      -  Menor peso fetal,
·       -   Diabetes gestacional,
·      -    Risco de aborto espontâneo.

Esses são alguns dos riscos que podem acontecer durante a gravidez. 

É imprescindível o acompanhamento de um médico especialista para avaliar possíveis riscos e de um profissional de educação física/fisioterapeuta para a elaboração de um programa adequado.

sábado, 29 de janeiro de 2011

Como induzir o Parto Naturalmente

Como nos últimos dias atendi muitas gestantes aflitas com a "demora" do nascimento, resolvi postar esse texto da Cris!

Reta final, chegamos as 39 semanas, a futura Mamãe começa a ficar ainda mais ansiosa, e se o bebê não nascer? E se o médico marcar a Cesárea? Se chega a 40 semanas então aí que bate o medo, acham que o sonho do Parto Natural vai por água a baixo. 

Pois é, a natureza é perfeita e saber o que faz e quem determina a hora de nascer é o bebê. Mas se você for muito ansiosa e quiser dá um empurrãozinho, nós temos algumas dicas naturais para induzir o trabalho de parto. Porém, saiba que não é comprovado, algumas mulheres dizem que funcionou e outras não. Mas, mal não vai fazer!



O mais famoso, os 3 HOTS:
-Hot Sex(Sexo Quente;
-Hot Bath(Banho quente);
-Hot Food (comida apimentada).

Chás e Óleos:
-Chá de salvia;
-Chá de framboesa;
-Chá de Canela;
-Chá de Gengibre;

Exercícios:
-Relações sexuais de preferência sem camisinha, o esperma contém prostaglandinas que ajudam a amolecer o colo do útero;
-Estimulação dos mamilos, tanto no ato sexual como com as mãos mesmo;
-Rebolar na bola suíça ou fora, engatinhar, caminhar e agachar bastante;

Acupuntura:
-Há certos pontos do organismo que quando pressionados desencadeiam contrações uterinas. Tal como pode ajudar no desenrolar do parto, a acupuntura pode ajudar a iniciar o processo. Mas só deve ser feita por um profissional experiente e credenciado.

Acupressure
Há dois pontos que podem ser estimulados pra produzir contrações:

-Na teia entre o polegar e o indicador:
4 dedos acima do tornozelo (próximo ao osso, na parte interna da perna)
Como estimular o ponto da mão: apertar e esfregar em movimentos circulares por 30-60 segundos de cada vez, fazendo uma pausa de 1-2 minutos entre as contracoes.

-Como se estimular o ponto próximo ao tornozelo: pressione firmemente o local (se tiver doendo eh porque achou o ponto) e friccione em movimentos circulares ate começar a ter uma contração, quando a contracao terminar, começa tudo de novo.

Lembrem-se de que essas técnicas são indicadas para gestantes após as 39 semanas e que não há evidência científica que compre a eficácia delas.

Relaxem, façam tudo mas com prazer e não por obrigação.